domingo, novembro 15, 2009

A Jangado do Medusa

Num post anterior, sobre a minha opinião sobre qual a postura de um revolucionário face ás perspectivas de alcançar os objectivos de ruptura, transformação, revolução. Sendo indiscutível que a luta é o caminho, debati-me sobre se deveríamos encarar esse objectivo como algo alcançável durante nosso tempo de vida ou se apenas nas gerações seguintes. Claro que esta perspectiva dependerá da idade da pessoa, mas defendi que deveríamos encarar a possibilidade de alcançar esse objectivo durante o tempo que estamos nesta terra. Porque a história demonstra que é possível, e porque as condições actuais exigem que essa transformação ocorra o mais cedo possível. Entendendo que essa postura pode conduzir à desilusão quando após uma determinada luta não alcança os seus objectivos (seja um batalha eleitoral, seja uma luta sindical), penso ser mais motivador ter a perspectiva de mudança a médio (?) prazo, sob risco de se achar que a luta não vale a pena, que os progressos são demasiado lentos, as forças oponentes demasiado fortes. Mas o meu objectivo não era agora dar continuidade a essa reflexão. Depois de ter escrito aquele texto, recordei-me da imagem de cabeçalho deste blog:
Trata-se da «Jangada do "Medusa"» (1819) de Théodore Géricault (1791-1824). Refere-se a um episódio real de um barco da frota francesa que naufragou em 1816 na costa de África. O barco transportava 400 pessoas, incluindo o futuro governador Francês do Senegal, e 160 membro da tripulação. À semelhança do Titanic, os barcos de socorro foram ocupados pelos membros das classes privilegiadas, e os restantes 149 membros da tripulação montaram uma jangada com restos do navio. A jangada eventualmente perdeu-se do "comboio" dos barcos de socorro. Seguiram-se duas semanas de tempestade, assassinato, demência e canibalismo. Apenas 15 tripulantes da jangada sobreviveram e cinco morreram pouco depois do seu salvamento. O incidente gerou algum escândalo e o capitão do "Medusa", De Chaumereys, foi alvo de tribunal militar, mas posteriormente ilibado pelo governo Francês por este temer ser ridicularizado pelos Ingleses por terem nomeado como capitão um homem que nunca comandar um navio e não havia estado no mar há 25 anos. (fonte; quadro no Louvre).
O meu blog primogénito é um blog em inglês, criado enquanto estava no EUA, chamado "All the World's a Stage, Act for Change" / "Todo o Mundo é um Palco, Age pela Mudança", cujo título combinava o meu interesse pelo teatro, citando Shakespeare, e o activismo político. Infelizmente não tenho conseguido actualizar muito esse blog. Mas antes de regressar a Portugal, decidi criar um blog em português, tendo optado pelo nome «Jangada de Pedra», claramente uma referência ao livro de José Saramago, muito embora considere ser um dos seus romances mais fracos e não conceber a Jangada como a Península Ibérica, mas apenas como Portugal. O quadro do Géricault, que sempre me impressionara, surgiu como ilustração, pois ali estão homens lutando pela vida, pelas necessidades mais básicas, acenando para um navio à distância, só visível ampliando a imagem (vejam detalhe da parte direita). Claro que a analogia não é perfeita. Os sobreviventes não viveram numa comunidade ideal nas condições austeras da jangada; e a esperança dos sobreviventes jaz no exterior, quase uma presença milagrosa, divina. Mas para mim simboliza esta ideia de que a esperança nunca deve morrer, que o salvamento (ou a solução, ruptura, revolução) pode estar longe, mas está à vista, longe, potencialmente inalcançável, mas é algo real, quase tangível, e que no caso concreto veio de facto a salvar os náufragos.

sábado, novembro 14, 2009

SPGL & CPQTC

Desde o 25 de Abril que a direita e a social-democracia tem combatido o conceito de unidade sindical, através de ataques à CGTP-IN e os seus sindicatos membros e através da criação de novos sindicatos e da UGT. Naturalmente que em democracia todos têm direito a formar as suas próprias estruturas sindicais, com as quais se identifiquem. Mas a história tem provado que estes sindicatos e a UGT têm sistematicamente alinhado com as posições dos sucessivos governos de direita, permitindo às associações patronais e os servidores no governo alegarem que em sede de concertação social terem o apoio de sindicatos de trabalhadores, apesar das denúncias e discordância da principal e mais representativa confederação sindical em Portugal: a CGTP-IN. Isto é, em vez de defenderem os interesses dos trabalhadores, que pretensamente representam, têm servido de falsa marca de aprovação para a implementação de políticas lesivas aos direitos dos trabalhadores e para dividir os trabalhadores.

{Achei engraçado que buscando o sítio da UGT, usando Google no Firefox, tenha recebido um aviso que este sítio podia danificar o meu computador ;) }
O objectivo de unidade sindical não pretende esmagar as diferenças de posições ou, como alguns alegam, ter sindicatos livres da influência do PCP. É óbvio que existem membros e pessoas próximas do PCP na CGTP-IN e seus filiados. É frente de trabalho dos militantes do PCP defenderem os direitos dos trabalhadores. Pelas suas posições e sua postura, actividade, intervenção, verticalidade e inamovível defesa dos interesses dos trabalhadores, os comunistas destacam-se entre os trabalhadores e tendem, naturalmente são eleitos para comissões de trabalhadores, como delegados sindicais, e para as direcções sindicais. Mas tal como em qualquer estrutura unitária onde militantes comunistas participem há sempre a preocupação de integrar elementos que não são militantes e não partilhem o projecto do PCP. É porém condição sine qua non que estas listas tenham um carácter reivindicativo, interveniente, de diálogo mas não de conivência com a classe exploradora e seus representantes políticos.

Vem isto a propósito porque, enquanto membro do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL), recebi ontem convocatória para a Assembleia Geral de 10 de Dezembro, que tem como ordem de trabalhos:
1. Revisão dos Estatutos
2. Decisão de permanência ou não do SPGL na Confederação Portuguesa de Quadros Técnicos e Científicos.
Junto com a convocatória recebi dois boletins de votos, ficando a saber que existem 4 propostas para revisão dos Estatutos, cujo conteúdo não constava no envelope. Após protesto de alguns membros, as propostas foram colocadas no sítio do SPGL (A, B, C, e D). Mas não é sobre esta votação que me quero debruçar.
Sobre a permanência do SPGL na CPQTC, usando a função pesquisa no sítio, não encontrei qualquer informação ou posição. Segundo o ponto II da metodologia, aprovada na Assembleia Geral de Delegados Sindicais de 15 de Outubro de 2009, para esta votação:
Apresentação e Debate das Propostas
1. Compete à Direcção do SPGL a divulgação das posições existentes sobre esta matéria, as quais deverão ser entregues na sede do Sindicato até ao dia 30 de Outubro, através do Escola Informação e/ou do site do SPGL.
2. A Direcção do SPGL deverá propiciar nas estruturas sindicais as condições que possibilitem o mais amplo debate em torno das diversas posições existentes, nomeadamente organizando debates nas delegações do SPGL a partir de 19 de Novembro.
Ora, tendo recebido o aviso ontem, 13 de Novembro, como poderia eu fazer chegar até 30 de Outubro uma posição? Cabe-me esperar que seja informado sobre um debate de uma delegação do SPGL onde possa exprimir a minha opinião e discutir? Com que base se vai travar essa discussão? É que não há sequer a informação mínima: porque é esta questão sequer levantada?

Um amigo da CPQTC informa-me que o SPGL já havia informado a intenção de sair da CPQTC alegando que os professores não são "quadros". Uma visita rápida a um dicionário indica que o termo "quadro" pode querer dizer
8. Lista dos membros de uma corporação.
9. Grupo de empregados de um corpo.
14. Alto funcionário, técnico categorizado ou em nível de direcção numa empresa; dirigente, gerente.

Ora, basta ver os afiliados que compõem a CPQTC para ser evidente que estes não se restringem à definição #14. Consultando o Artigo 6 º do Cap. III, "Noção de Quadro e sua filiação na Confederação", dos Estatutos da CPQTC lê-se:
Consideram-se "Quadros", as pessoas titulares de formação superior ou com actividade e/ou funções a ela equiparadas, exercendo a profissão nas áreas de produção, investigação, administração, cultura, saúde e ciências sociais.
Parece-me óbvio que, segundo esta definição, os professores são Quadros. A razão da votação tem portanto de ser mais que mera semântica. Qual a vantagem de sair da CPQTC? Não ter que pagar a quota de membro? Não ter que participar nas discussões junto com os outros membros? Não se revê nas posições da CPQTC?

Só posso suspeitar que a motivação tem uma raiz política, que nos remete para as questões levantadas acima. A CPQTC pretende ser um espaço de trabalho sindical unitário, que será contrário ao espírito da actual direcção do SPGL. A CPQTC tem entre os seus afiliados os tais sindicatos unitários, intervenientes, combativos, com ligação aos trabalhadores. Se essa é a motivação, então são os proponentes da saída do SPGL da CPQTC que deviam ser removidos. Só vejo vantagem no SPGL se manter como membro CPQTC, assim como membro da CGTP-IN, enquanto espaços de discussão, coordenação e fortalecimento da luta dos trabalhadores.

Vota pela permanência do SPGL na CPQTC

quinta-feira, novembro 12, 2009

Partidos e Partidos

Caros Srs e Dr. Luciano Amaral
 
No editorial do Dr. Luciano Amaral, publicado no Metro-Lisboa de 12 de Nov. de 2009, LE implica que "não há nenhum partido político, excepto os que nunca participaram no poder (BE e PCP)" de ser acusado de corrupção e que estes dois "muito provalvelmente apenas por não terem participado no poder (e apenas por isso) ainda não foram distinguidos com a medalha da corrupção". Primeiro, quero notar que a visão de 'poder' de LA no nosso país é extremamente redutor, limitado ao executivo e presidencial. Basta lembrar que há uma componente importante que é o poder local autárquico, onde o BE e o PCP (integrado na CDU) estão presentes, exercendo poder. E basta rever o historial das duas forças para ver que no reduzido exercício de poder local do BE houve já uma acusação de corrupção, e no extenssísimo historial autárquico este é mínimo e geralmente assente sobre figuras que já se afastavam do PCP. Segundo, estes dois partidos também têm representantes na Assembleia da República, e os seus deputados exercem poder legislativo. Aí devo sublinhar que os deputados do PCP se destacam dos demais pelo facto de não auferirem qualquer benefício salarial por serem deputados, postura que reflecte a sua dedicação aos interesses dos portugueses e não ao avanço de interesses pessoais.
Grato pela atenção


André Levy

Paz, Peace, Pace, Paix, Pax, Pau, Paqja, Salaam  سلام , Shalom שלום, Huzur, ειρήνη, He Ping 和平, Kedamaian, Shanti, Mir мир, Vrede, 平和, ความสงบ

http://andrelevy.net

quarta-feira, novembro 11, 2009

Parabéns JCP!

Mural de Encontro Nacional da União de Estudantes Comunistas (UEC) e da União das Juventudes Comunistas (UJC), em 1978. No ano seguinte, as 2 organizações iram fundir-se na Juventude Comunista Portuguesa (JCP), que faz hoje 30 anos de história de luta e defesa dos jovens, dos seus ideais e aspirações, em defesa de um mundo de paz. O seu destacado papel ao nível internacional, assumindo a presidência da Federação Mundial da Juventude e dos Estudantes, é testemunho do reconhecimento do seu trabalho e dedicação pela juventude e estudantes do mundo inteiro.

Parabéns JCP!
Viva a Juventude Comunista!

segunda-feira, novembro 09, 2009

libertação dos sete activistas dos direitos humanos saharauis

No passado dia 8 de Outubro, sete activistas de direitos humanos saharauis foram detidos pela polícia marroquina, no aeroporto de Casablanca, quando regressavam de uma visita aos acampamentos de refugiados saharauis em Tinduf (Argélia). Até à data permanecem presos, sendo o seu paradeiro desconhecido. Eles são:
Ali Salem Tamek, Secretário-geral do Colectivo de Defensores Saharauis dos Direitos Humanos (CODESA);
Brahim Dahan, Presidente da Associação Saharaui de Vítimas de Graves Violações dos Direitos Humanos (ASVDH);
Rachid Sghaïr, Activista do Comité Contra a Tortura de Dajla, Rachid Sghayar;
Nassiri Hamadi, Secretário-Geral do Comité Saharaui para a Defesa dos Direitos Humanos em Smara e presidente da AMDH secção Smara Chapter;
Yehdih Terruzi, Membro da Associação Marroquina dos Direitos Humanos (AMDH), secção El Aaiún;
Saleh Loubeihi, presidente o Fórum para a Protecção da Infância Saharaui, membro da CODESA e da AMDH;
Degja Lechgar, activista e dirigente da ASVDH.

A detenção foi ordenada pelo Procurador Real do Tribunal de Apelação de Casablanca, sob a acusação de traição à pátria e de atentarem contra a soberania e integridade territorial de Marrocos ao serviço de outro país. Estas prisões constituem uma grave violação dos direitos humanos e fazem parte de uma longa política de perseguição, desaparecimento e tortura das autoridades marroquinas contra os activistas saharauis e população em geral.
Recentemente, em Março, no quadro desta política, foram igualmente detidos, entre outros, activistas como SIDI MOHAMMED DADDACH, Presidente do CODAPSO (Comité para a Autodeterminação do Sahara Ocidental); a activista SUKEINA IDRISSI, Presidente de Fórum Futuro da Mulher Saharaui e a activista de direitos humanos de Bojador SULTANA JAYA, que visitou Portugal no ano passado. Outros activistas, como HMAD HMAD, permanecem submetidos a uma apertada vigilância policial.

Lançado pelo
Conselho Português para a Paz e Cooperação
Amnistia Internacional – Portugal
Movimento Democrático de Mulheres
CGTP – IN
“Voz do Operário”

mais de 120 organização portuguesas já assinaram um apelo para a sua libertação:
Associação de Amizade Portugal-Sahara Ocidental
Juventude Socialista
FENPROF – Federação nacional dos Professores
URAP – União de Resistentes Antifascistas Portugueses
UMAR – União das Mulheres Alternativa e Resposta
CESP – Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal
FECTRANS – Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações
Marcha Mundial pela Paz e a Não Violência
Comissão de Paz do CPPC de Beja
Comissão de Paz do CPPC do Seixal
JOC – Juventude Operária Católica
Almada pela Paz
Colectivo Estudantes Pela Paz
Juventude Comunista Portuguesa
Obra Católica Portuguesa de Migrações
Comité de Solidariedade com a Palestina
Sindicato dos Professores da Região Centro
STIMMDVC -Sindicato dos Trabalhadores Metalurgia e Metalomecânica Distrito de Viana do Castelo
Associação Fronteiras – Associação para a Defesa dos Direitos e Liberdades Democráticas
Sindicatos dos Trabalhadores da Pesca do Norte
ASEH – Associação de Solidariedade com Euskal Herria
Associação de Amizade Portugal-Cuba
Associação de Solidariedade Académico de Leiria
Associação de Solidariedade de Leiria
Associação Cultura e Juventude – Leiria
Grupo de Escalada de Leiria
Associação Juvenil Ambiente e Património
Federação de Associações Juvenis do Distrito de Leiria
Sinorquifa, Sindicato dos Trabalhadores da Química, Farmacêutica, Petróleo e Gás do Norte
União dos Sindicatos do Porto/CGTP-IN
Associação Iúri Gagárin
União dos Sindicatos de Lisboa
SNTCT – Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e telecomunicações
Interjovem Lisboa
STIV – Sindicatos dos Trabalhadores da Indústria Vidreira
ACED – Associação Contra a exclusão pelo Desenvolvimento
Sindicato Nacional dos Trabalhos do Sector Ferroviário
SINTTAV
Tribunal-Iraque – Audiência Portuguesa
FEDERACION DE MUJERES CUBANAS
Confederação Portuguesa dos Quadros técnicos e Científicos
CNOD – Confederação Nacional dos Organismos de Deficientes
FESAHT
Partido Comunista Português
Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública do Norte
Associação Barca da Vida
FAR – Frente Anti-Racista
Sindicato dos Trabalhadores das Indústria de Celulose, Papel, Gráfica e Imprensa
Sindicato Dos Trabalhadores Da Indústria Metalúrgica E Metalomecânica do Distrito de Lisboa, Santarém E Castelo Branco
Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública do Sul e dos Açores
Federação Portuguesa dos Sindicatos da Construção, Cerâmica e Vidro
SIESI – Sindicato das Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas
SINQUIFA – Sindicato dos Trabalhadores da Química, Farmacêutica, Petróleo e Gás do Centro, Sul e Ilhas
Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Sul
STAL – Setúbal
URAP – Delegação de Setúbal
Associação 25 de Abril
União dos Sindicatos de Braga
SINTAB – Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Indústrias de Alimentação, Bebidas e Tabacos de Portugal
STEFFAS – Sindicato dos Trabalhadores dos Estabelecimentos Fabris das Forças Armadas
CIL
STAL – Sindicatos dos Trabalhadores da Administração Local
STML – Sindicatos dos Trabalhadores do Município de Lisboa
STAV – sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades
diversas
Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de CERÂMICA, Cimentos e Similares do Sul e Regiões Autónomas
Grupo de Teatro “A Barraca”
Escola Profissional Almirante Reis
Academia de Estudos Laicos e Republicanos
Associação contra a Exclusão pelo Desenvolvimento – ACED
Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto – CPCCRD
CPQTC – Confederação Portuguesa dos Quadros Técnicos e Científicos
Revista Latitudes – Paris
SPZS – Sindicato dos Professores da Zona Sul
Partido Ecologista "Os Verdes”
Sindicato Nacional dos Psicólogos – SNP
Associação Portuguesa para a Prevenção da Tortura – APPT
Teatro de Pesquisa e Arte "MANDRÁGORA"
SINTAF – Sindicato dos Trabalhadores das Actividades Financeiras
Ecolojovem «Os Verdes»
União de Sindicatos de Setúbal – CGTP-IN
A União dos Sindicatos de Coimbra /CGTP-IN
Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Metalúrgicas e Metalomecânicas do Sul
Junta de Freguesia de Santo Estêvão
Plataforma Internacional de Juristas por Timor
CIDAC – Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral
ICE – Instituto das Comunidades Educativas
Médicos do Mundo
Engenho & Obra, Associação para o Desenvolvimento e Cooperação
Junta de Freguesia da Quinta do Anjo
Associação para o Estudo e Protecção do Gado Asinino – AEPGA
Associação Move-A-Mente
Casa do Alentejo
Núcleo em Portugal do Partido dos Trabalhadores (Brasil)
Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Eléctricas do Norte e Centro
Federação Nacional da Função Pública
Associação de Acção de Reformados do Barreiro
Comissão Moradores – Bairro 3 – Alto do Seixalinho, Barreiro
Grupo Desportivo "O Independente" – Santo André – Barreiro
SINQUIFA – Delegação Regional de Setúbal
SIRB – "Os Penicheiros" (Barreiro)
Comissão Sindical dos Trabalhadores da Autarquia do Barreiro (STAL)
Direcção Regional do Barreiro dos Trabalhadores do Sector Ferroviário
Grupo Desportivo Cultural "Estrela Negra" – Barreiro
Futebol Clube Silveirense – Barreiro
Liga dos Amigos dos Hospitais
Cooperativa Cultural Alentejana
Clube Estefânia
ADDHU – Associação de Defesa dos Direitos Humanos
ACEP – Associação para a Cooperação Entre os Povos
Agua Triangular – Ambiente, Desenvolvimento e Território
Mó de Vida – Cooperativa de Comércio Justo
INCOMUNIDADE
Associação “Pais para Sempre”
Associação Seres
ISU – Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária
Universidade Popular do Porto
Associação Cidadãos do Mundo
Fundação Gonçalo da Silveira