Já começam a chover notícias que o voo da Malásia Airlines que sobrevoava a Ucrânia a 10 quilómetros de altitude foi abatido por um míssil.
A morte dos passageiros é inquestionavelmente trágica.
Mas já começa a chover insinuações e dedos apontados, vídeos supostamente fazendo uma ligação entre "separatistas" russos e o governo russo, que criam um sério risco deste incidente se tornar numa última gota que fez transbordar o copo, transformando o conflito na Ucrânia em algo mais vasto. Há necessidade de um inquérito, transparente. Mas também que a cobertura da comunicação social possa ser isenta e crítica, e não meros porta-vozes governamentais ou de interesses monopolistas. O exemplo da escalada entre o 11 de Setembro e a invasão do Iraque, com mentiras e manipulação papagueada ruidosamente pelos media dominante, é motivo suficiente para que as especulações e acusações, com alegado suporte, que já andam a circular sejam recebida no mínimo com perguntas.








